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sábado, 26 de novembro de 2011

2010



A VOLTA DE LORD BRITISH
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Dois anos depois de ser turista espacial e ficar meio sumido do mundo dos jogos eletrônicos, o game designer Richard Garriott, criador da série de RPGs "Ultima" anunciou o retorno com a produtora Portalarium.

Se em 2009 ainda existiam reflexos da crise mundial do ano anterior no mercado de jogos eletrônicos, a temporada 2010 veio para espantar de vez os fantasmas. E fez isso com fortes lançamentos logo em janeiro. Logo nos primeiros dia do ano era possível ver bons títulos nas prateleiras das lojas, como a ação frenética e exagerada da bruxa "Bayonetta", os combates infernais de "Darksiders" e o excelente RPG de ficção científica "Mass Effect 2".

Não parou por aí: tiroteios pontuaram "Army of Two: The 40th Day" e "MAG", enquanto até o Wii ganhou boas produções de estúdios externos, como a ação nonsense de "No More Heroes 2" e as rápidas lutas de "Tatsunoko vs. Capcom".

A boa maré continuou em fevereiro com "White Knight Chronicles", "Star Trek Online", "BioShock 2" e "Dante's Inferno". Quem apareceu no fim do mês também foi o inovador "Heavy Rain", com gráficos ultra-realistas e história aberta para o jogador decidir como progredir. Inclusive, no Brasil o game chegou com opção de português de Portugal como idioma.



2009

2009

"ADEUS, ELECTRONIC ARTS"
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O game designer Will Wright, criador de séries como "SimCity" e "The Sims", deixou a Maxis, produtora que ajudou a fundar e que, posteriormente, foi comprada pela Electronic Arts. Wright partiu para outro projeto próprio, o Stupid Fun Club, empresa que pesquisa o uso de ferramentas multimídia como forma de entretenimento.
A crise financeira que afetou o mundo em 2008 ainda reverberava no mercado de games no início do ano: os meses de janeiro e fevereiro foram marcados por demissões em diversas grandes empresas: Microsoft colocou no olho da rua 5.000 funcionários, enquanto a Electronic Arts cortou cerca de 1.100 postos de trabalho (cerca de 11% do quadro da empresa) e a THQ mandou embora 600 pessoas (o equivalente a 24% da equipe total da companhia).

Sega, Sony Online Rare também demitiram e o estúdio Factor 5, responsável por "Lair" e pela série "Star Wars: Rogue Squadron", fechou as portas. A Midway, produtora renomada pela série "Mortal Kombat", declarou falência, mas foi posteriormente comprada pela Warner, que se tornou dona de todas as marcas da produtora, incluindo a sangrenta série de luta. Até o mês de julho, o número de funcionários demitidos em produtoras de games batia a marca de 8.500 pessoas.



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2008


ANIVERSÁRIOS DE 2008
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Console de maior sucesso da Sega, o Mega Drive completou duas décadas de vida
20 anos da série "Ninja Gaiden"
15 anos do Atari Jaguar
15 anos do videogame 3DO
10 anos do Dreamcast, da Sega
10 anos da série "Half-Life"
Normalmente, início de ano é uma época de calmaria para a indústria de games, mas no Brasil a paz foi quebrada logo em janeiro pela proibição da comercialização de "Counter-Strike" e "EverQuest", em decisão proferida pelo Juízo da 17ª Vara Federal da Seção Judiciária do Estado de Minas Gerais. Citando o Código de Defesa do Consumidor, o Procon considerou os jogos "impróprios para o consumo, na medida em que são nocivos à saúde", e fez buscas para recolhê-los de lojas e lan houses. Meses depois foi a vez de "Bully" ser proibido no Rio Grande do Sul pelo Ministério Público local.


Durante a Game Developers Conference, em fevereiro, nos Estados Unidos, gigantes como Microsoft, Intel, AMD, Nvidia e Activision Blizzard anunciaram a formação da PC Gaming Alliance (PCGA), cujo objetivo é fazer a plataforma, ofuscada pelos consoles, voltar a brilhar - em 2007, o computador representou apenas 14% do total das vendas de games. Ainda assim, 2008 foi um ano de poucos destaques exclusivos para PC, que viu a chegada de "Spore", simulador de vida de Will Wright, e de "Wrath of the Lich King", segunda pacote de expansão para "World of WarCraft".







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2007



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PlayStation Home: no serviço online nos moldes de "Second Life", usuário pode locomover-se e fazer amigos pelos inúmeros ambientes virtuais
O lançamento do PlayStation 3 na Europa, em 23 de março, foi o primeiro acontecimento marcante de 2007. Fraca, a recepção no Velho Continente não teve as filas e confusões registradas nos Estados Unidos e Japão, onde o console estava disponível desde o ano anterior. Porém, nos meses seguintes a situação do PS3 melhorou na região, estimulada pela campanha de marketing da Sony, que investiu US$ 6 milhões.

Coube à Sony, aliás, a notícia de maior relevância da Game Developers Conference, em San Francisco, em março, ao anunciar o PlayStation Home, comunidade virtual para a rede online do PS3: nela, o jogador assume o papel de um avatar e passeia por diversos ambientes 3D, socializando-se com outras pessoas e divertindo-se com conteúdo criado pelas produtoras de game - e pela própria Sony, é claro.


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2006



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Com os jogos da geração 'Touch' e design revigorado, o DS se tornou uma máquina de imprimir dinheiro da Nintendo. A versão Lite chegou aos Estados Unidos em 11 de junho custando US$ 129
No começo do ano, a Nintendo revelou o DS Lite, uma versão remodelada do portátil, 40% menor e com tela mais brilhante, além de pequenas "mudanças cosméticas", como o reposicionamento dos alto falantes e do microfone. O Japão recebeu o aparelho primeiro, em março; em junho, foi a vez dos Estados Unidos.


Em março, a Sony foi notícia ao realizar um evento intitulado PlayStation Business Briefing 2006 que, embora voltado a criadores de jogos e parceiros da indústria, trouxe uma notícia de interesse bem mais amplo: o PlayStation 3, até então previsto para meados do ano, chegaria apenas em novembro. O principal motivo para o adiamento foram os ajustes do formato de mídia Blu-ray.


Se por um lado PlayStation 3 ganhava uma definição, por outro a Sony decidiu interromper a produção do PlayStation, que chegou às prateleiras em dezembro de 1994, no Japão. Além de desbancar a Nintendo, tornando-se o novo líder entre os consoles domésticos, o aparelho foi o primeiro a ultrapassar a marca de cem milhões de unidades vendidas, deixando um acervo de mais de dois mil títulos.


O Xbox 360, em março, recebeu dois jogos que, finalmente começaram a mostrar o potencial do console: "Ghost Recon Advanced Warfighter", simulador de ação tática, e "Elder Scrolls IV: Oblivion", RPG épico com centenas de horas de duração.


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2005


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Antes mesmo do lançamento do jogo para GameCube, Capcom põe fim à exclusividade e anuncia "Resident Evil 4" também para o PlayStation 2

Os primeiros meses do ano foram marcados por especulações a respeito dos próximos videogames da Microsoft, Nintendo e Sony, que soltaram em gotas, cada uma à sua maneira, informações do Xbox 360, Revolution e PlayStation 3, respectivamente.


Enquanto a próxima geração alimentava rumores e a imaginação, bons títulos davam o que jogar no primeiro trimestre: "Resident Evil 4" conquistou o GameCube em janeiro (a versão para PlayStation 2 chegaria em outubro); "Legend of Zelda: Minish Cap" encolheu o jovem Link no Game Boy Advance; o Xbox vibrou com "Jade Empire" e "Forza Motorsport"; e os donos do PlayStation 2 se sentiram no Olimpo com "God of War".


Em 2005, o Brasil foi tomado pela febre dos MMOGs (sigla em inglês para jogos massivos online), iniciada com o lançamento comercial de "Ragnarök Online", em janeiro, e que no final do ano bateria a marca de 800 mil usuários cadastrados no país. O modelo econômico alheio à pirataria fez sucesso, abrindo as portas para o coreano "Priston Tale", para o russo "Sphere" e para a produção do brasileiro "Taikodom", desenvolvido pela catarinense Hoplon Infotainment. Por outro lado, o primeiro RPG massivo online desenvolvido no país, "Erinia" foi praticamente deixado pela comunidade.


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"World of Warcraft": cinco milhões

Lançado em 2004, outro do gênero MMORPG que conquistou o planeta em 2005 foi "World of Warcraft", RPG da Blizzard, que esperava perto de um milhão de aventureiros, alcançou a marca de cinco milhões de usuários, espalhando-se rapidamente dos Estados Unidos até a China, passando por países como Macau e Taiwan. E as perspectivas são de crescimento, com a expansão "The Burning Crusade".






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http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_dos_jogos_eletr%C3%B4nicos

http://www.dicasdejogos.net.br/jogos/review/864-a_historia_do_videogame.htm

http://www.portaltech.blog.br/games/a-historia-dos-games/
 

2004

2004


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O Dual Screen da Nintendo, ou simplesmente DS: criadora do Game Boy escondeu recursos e jogos em produção o máximo que pode
A Nintendo abre o ano divulgando diversas pistas sobre seu novo e misterioso aparelho. O presidente da companhia, Satoru Iwata, descreve-o como "uma prévia da nova geração de hardware". Apenas na última semana do mês foram reveladas as primeiras informações factuais: batizado de Nintendo DS, o aparelho portátil teria duas telas. Na mesma semana, Konami, Namco e Sega mostram interesse em produzir games para o DS.


Em março, a Nintendo anuncia oficialmente a produção de "Donkey Konga", novo jogo do gorila que marcou a estréia de Mario no fliperama. O produto é desenvolvido em parceria com a Namco e é um jogo de música que usa bongôs como controle. Analistas de mercado prevêem que o DS terá um sistema de mensagens instantâneas e rodará música e vídeo (duas afirmações que acabando sendo confirmadas no decorrer do ano).



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2003

2003


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No Xbox, Tecmo explora sensualidade das lutadoras de "Dead or Alive"

No dia 16 de janeiro, a Sony comemora a marca dos 50 milhões de consoles PlayStation 2 produzidos. Na mesma data, a Microsoft inaugura o Xbox Live no Japão, mas o serviço online começa devagar, com menos de 10 mil assinantes. Nos Estados Unidos, a situação do Xbox é bem melhor e os lançamentos do controverso "Dead or Alive Volleyball" e do excelente "Panzer Dragoon Orta" animam os donos do console no início do ano.


Também em janeiro, a Gradiente formalizou o fim de sua parceria com a Nintendo e deixou de distribuir os videogames GameCube, Game Boy Advance e seus respectivos jogos no Brasil. A notícia não significou a saída dos produtos da Nintendo das lojas, que passaram a ter suporte de importadora.


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Versão atualizada do Game Boy Advance tinha luz interna frontal, bateria recarregável de Li-ion e frente dobrável
No dia 14 de fevereiro, a Nintendo despachou as primeiras 300 mil unidades do Game Boy Advance SP para as lojas japonesas. O lançamento foi um sucesso e a empresa soltou uma nota pedindo desculpas por não conseguir atender a demanda. O novo modelo do portátil chegou aos Estados Unidos em 23 de março.











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2001 - 2002

União entre gigantes. Nintendo e IBM anunciam um novo console: o Dolphin. A IBM se encarrega de fornecer à Nintendo um microchip de 400 Mhz, o Gekko. A Nintendo intenciona lançar o Dolphin antes do Natal de 2000.

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Mascote da Sega faz novos amigos e inimigos em "Sonic Adventure", para Dreamcast

"Sonic Adventure" é lançado para o Dreamcast nos Estados Unidos. Sonic enfrenta, mais uma vez, o Dr. Robotnik. Mas há outro inimigo: Chaos. Os gráficos 3D do jogo são excelentes.

99 também foi o ano da volta de Guerra nas Estrelas aos cinemas. "Star Wars Episode I: The Phantom Menace" ganha versões, baseadas no filme de mesmo título, para PC e PlayStation. E Anakin Skywalker também pilota aquela engenhoca em "Star Wars Episode I: Racer".

"Donkey Kong" é lançado para o Nintendo 64. A história do gorila é curiosa. De vilão do primeiro jogo de Mario, ele se transformou em um dos mascotes da Big N. Sony e Sega, apesar de terem consoles superiores ao N64, enfrentam o carisma de Donkey Kong.


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O nome do videogame da Microsoft nasceu como rumor, depois virou de projeto e acabou se tornando oficial
A poderosa Microsoft, não contente em dominar o mundo dos softwares, quer estender seus tentáculos ao mundo dos games. Surgem as primeiras notícias sobre o Xbox.

O Neo Geo Pocket Color - o preto e branco não chegou aos Estados Unidos - é lançado no mercado americano. O portátil de 32 bits custa US$ 69, bem mais barato do que os US$ 500 da versão doméstica original, que foi lançada em 1990.

No Japão, o preço do Dreamcast cai de US$ 250 para US$ 164. Em setembro, o Dreamcast se torna realidade para os americanos. A Sega diz ter faturado US$ 98 milhões apenas no primeiro dia de vendas do DC. Cada unidade custava US$ 199.

2000

DivulgaçãoIndrema: projeto de um videogame com sistema aberto não saiu do papel

"Crazy Taxi", boa conversão de arcade para o Dreamcast, faz sucesso. O jogador assume o papel de um motorista maluco que leva personagens bem distintos entre si para lugares como supermercado, loja e parque de diversões, entre outros. O bom desempenho do jogo ressucita a tese de que o forte da Sega são os arcades. Dois novos jogadores se arriscam no mercado de videogames - mas não duram muito: a VM Labs lança alguns tocadores de DVD com a tecnologia Nuon depois de três anos de propaganda. Software de qualidade que é bom, ainda está para aparecer. E o segundo novato vem da Indrema, uma empresa que começa a falar de seu novo produto: o Indrema L600 é um DVD e CD Player, vídeocassete digital e videogame, tudo baseado em um PC com sistema Linux. A empresa garante um sistema aberto, sem pagamento de royalties. Alguns acreditam que o sistema será um grande sucesso, e outros prevêem o fracasso.


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1999 - 2000

União entre gigantes. Nintendo e IBM anunciam um novo console: o Dolphin. A IBM se encarrega de fornecer à Nintendo um microchip de 400 Mhz, o Gekko. A Nintendo intenciona lançar o Dolphin antes do Natal de 2000.

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Mascote da Sega faz novos amigos e inimigos em "Sonic Adventure", para Dreamcast

"Sonic Adventure" é lançado para o Dreamcast nos Estados Unidos. Sonic enfrenta, mais uma vez, o Dr. Robotnik. Mas há outro inimigo: Chaos. Os gráficos 3D do jogo são excelentes.

99 também foi o ano da volta de Guerra nas Estrelas aos cinemas. "Star Wars Episode I: The Phantom Menace" ganha versões, baseadas no filme de mesmo título, para PC e PlayStation. E Anakin Skywalker também pilota aquela engenhoca em "Star Wars Episode I: Racer".

"Donkey Kong" é lançado para o Nintendo 64. A história do gorila é curiosa. De vilão do primeiro jogo de Mario, ele se transformou em um dos mascotes da Big N. Sony e Sega, apesar de terem consoles superiores ao N64, enfrentam o carisma de Donkey Kong.


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O nome do videogame da Microsoft nasceu como rumor, depois virou de projeto e acabou se tornando oficial
A poderosa Microsoft, não contente em dominar o mundo dos softwares, quer estender seus tentáculos ao mundo dos games. Surgem as primeiras notícias sobre o Xbox.

O Neo Geo Pocket Color - o preto e branco não chegou aos Estados Unidos - é lançado no mercado americano. O portátil de 32 bits custa US$ 69, bem mais barato do que os US$ 500 da versão doméstica original, que foi lançada em 1990.

No Japão, o preço do Dreamcast cai de US$ 250 para US$ 164. Em setembro, o Dreamcast se torna realidade para os americanos. A Sega diz ter faturado US$ 98 milhões apenas no primeiro dia de vendas do DC. Cada unidade custava US$ 199.

2000

DivulgaçãoIndrema: projeto de um videogame com sistema aberto não saiu do papel

"Crazy Taxi", boa conversão de arcade para o Dreamcast, faz sucesso. O jogador assume o papel de um motorista maluco que leva personagens bem distintos entre si para lugares como supermercado, loja e parque de diversões, entre outros. O bom desempenho do jogo ressucita a tese de que o forte da Sega são os arcades. Dois novos jogadores se arriscam no mercado de videogames - mas não duram muito: a VM Labs lança alguns tocadores de DVD com a tecnologia Nuon depois de três anos de propaganda. Software de qualidade que é bom, ainda está para aparecer. E o segundo novato vem da Indrema, uma empresa que começa a falar de seu novo produto: o Indrema L600 é um DVD e CD Player, vídeocassete digital e videogame, tudo baseado em um PC com sistema Linux. A empresa garante um sistema aberto, sem pagamento de royalties. Alguns acreditam que o sistema será um grande sucesso, e outros prevêem o fracasso.


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1997 - 1998


1997


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"Sega Super GT": tecnologia de "Virtua Fighter 3"

Depois de "Virtua Fighter 3", o segundo jogo para a placa Model 3 é lançado pela Sega. Trata-se de "Super GT" ("Scud Race" no Japão) que, desta vez, não é anunciado para o Saturn.

"Street Fighter III", da Capcom, é lançado, mas não emplaca. A softhouse já havia esgotado as possibilidades do gênero luta.

Mais competição entre as empresas de hardware: a Sony reduz o preço do PlayStation para US$ 149; a Nintendo faz o mesmo. O Saturn continua custando US$ 199, mas passa a vir com três jogos de 1995: "Virtua Fighter 2", "Daytona USA" e "Virtua Cop" (sem a arma).

A Sony, apesar de ter menos títulos que a Nintendo, ganhava a disputa no quesito qualidade. Os jogos para PlayStation faziam mais sucesso. Nessa briga, a Sega também se dava mal. Para cada três bons jogos do PlayStation havia um bom jogo para Saturn.
 
1998

A Sega abre o jogo e admite que desenvolve o primeiro console de 128 bits da história. O projeto é batizado como Dural e Black Belt. Logo depois o nome é mudado para Katana. A Sega revela ainda que o novo console vai usar o sistema operacional Windows CE. Tradução: as conversões de títulos do PC se tornam mais fáceis.
A Sony, ao contrário da Sega, mantém o bico calado, mas as especulações de que a empresa trabalha à todo vapor para lançar o PlayStation 2 não param de pipocar. A empresa só admitiu estar desenvolvendo o projeto do console no meio do ano. A Sony não confirma, mas também não nega que o novo hardware vai rodar DVDs.

O Katana é apresentando em maio. O VMS (Visual Memory System), dispositivo de memória que é acoplado ao controle, causa boa impressão.
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No começo eram 151 monstrinhos, mas a família "Pokémon" mais que triplicou ao longo dos anos

Os pokémons chegam aos Estados Unidos. Mas o episódio do desenho que provocou ataque epilético em 700 japoneses é editado sem as cenas 'perigosas à saude'. Dois games com os mostrinhos são lançados para o Game Boy e arrebentam - "Pokémon Red" e "Blue". A Nintendo festeja. Além de se tornarem os títulos mais vendidos da história da empresa, os jogos com Pikachu & cia. dão nova vida ao portátil. Logo depois, uma impressora e uma câmera são os primeiros periféricos lançados para Game Boy. Para felicidade da Nintendo, os apetrechos vendem como água.
A Sega anuncia que seu novo console será lançado em novembro, no Japão, com outro nome: Dreamcast. A Sega americana, por sua vez, planeja gastar US$ 100 mi para lançar o console nos Estados Unidos.



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http://jogos.uol.com.br/reportagens/historia/1997.jhtm


1995 -1996


1995


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Com lançamento antecipado nos Estados Unidos, Sega Saturn chega às prateleiras com poucos jogos

A data de lançamento do Saturn, nos Estados Unidos, é confirmada para o dia 2 de setembro, apelidado de 'Sábado Saturn'. Mas a Sega resolve se antecipar e coloca o console no mercado em maio, por US$ 399. As vendas foram baixas porque a estréia antecipada pegou as softhouses de surpresa, os títulos disponíveis eram poucos. Quem comprou o console, comemorou a chegada de jogos "Virtua Fighter", "Daytona USA" e "Panzer Dragoon". E os problemas continuaram. A pressa em se produzir jogos para o Saturn, fez com os títulos perdessem em qualidade.


A Sega e a empresa 3DO estavam prontas para anunciar um projeto conjunto de videogame de 64 bits baseado na tecnologia M2. Mas o acordo foi quebrado, embora os boatos tenham continuado por todo o ano.


O desenvolvimento de jogos para 3DO cai drasticamente em vitude do anúncio antecipado de um 64 bits.


A Panasonic acaba comprando a tecnologia M2 para uso doméstico por US$ 100 milhões, segundo dados fornecidos pela empresa.


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Excêntrico demais, o Virtual Boy, da Nintendo, não pegou
Enquanto as pessoas querem saber como anda o Project Reality, agora chamado de Ultra 64, a Nintendo lança o Virtual Boy, por US$ 179,95. O portátil de 32 bits com visor mostra imagens 3D. A Nintendo declarava que as vendas do Game Boy iam bem, pois o Virtua, que exibia imagens em vermelho, era muito criticado e vendeu menos que o projetado. Deixou jogos como "Mario Tennis", "VTetris" e "TeleroBoxer".


O PlayStation é lançado nos Estados Unidos por US$ 299 - US$ 100 menos que o esperado. Uma boa coleção de softwares ajuda o PlayStation a vender bem - o console foi recebido com louvor por mídia e público.


O Jaguar continua caindo, mesmo com o lançamendo do Jaguar CD, periférico que permite o uso de CDs.


O lançamento do Nintendo 64, nome definitivo do Ultra 64, é adiado. A desculpa da Nintendo se repetiria no futuro: apoio, por mais alguns meses, aos desenvolvedores de jogos para Super NES.

A Nintendo revela o aparelho na Shoshinkai, uma feira realizada no Japão, e causa sensação com "Super Mario 64". Rumores indicam que poucos jogos estão sendo preparados para o novo console.

A Sega percebe que deixou o público confuso com o Saturn e periféricos para o Mega Drive, e cancela o projeto Neptune, um sistema integrado que combina Mega Drive e 32X.


O ano não termina bem no mundo dos videogames. Muitas empresas japonesas fecham suas filiais nos EUA e algumas softhouses americanas vão à falência. A briga entre Sega e Sony tem vencedor: a Sony.


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"Sega Rally", para Sega Saturn

A Sega termina o ano com três conversões de arcade para o seu videogame Saturn numa tentativa de contra-atacar a popularidade crescente do PlayStation: "Virtua Fighter 2", "Virtua Cop" e "Sega Rally". Por outro lado, o suporte ao Sega CD e ao 32X, acessórios do Mega Drive (Sega Genesis nos Estados Unidos), é abandonado pela empresa.

 

1996
A Estrela deixa a Playtronic e a empresa passa a se chamar Gradiente Entertainment.

A Sony anuncia a redução do preço do PlayStation para US$ 199; novos produtos também são lançados. A Sega se vê obrigada a fazer o mesmo, mas não tem muitos desenvolvedores trabalhando para os seus consoles. Começam a surgir rumores de que a empresa vai parar d

A Panasonic não faz demonstrações do M2, mas permite que a 3DO faça isso. A 3DO, por sua vez, se nega a falar sobre projetos futuros em nome do velho sigilo industrial.

A mídia CD parecia ser a única opção para os videogames domésticos e já havia muitas dúvidas sobre a viabilidade dos cartuchos.

O arcade "Virtua Fighter 3, um show de tecnologia, é lançado pela Sega. Uma versão para Saturn é logo anunciada. No Japão, o jogo teve excelente retorno comercial, mas nos Estados Unidos, onde jogos da Namco como "Soul Edge" e "Tekken" se davam melhor, o sucesso não foi o mesmo.

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"Resident Evil" (PSX) tinha atores reais para as cenas não-interativas, algo que foi extinto nas seqüências e no remake
A Capcom coloca seu primeiro "Street Fighter" poligonal nas ruas: "Street Fighter EX". Sob a pressão do esperadíssimo "Street Fighter III", a versão "EX" não teve sucesso. Mas se "Street" dava sinais de cansaço, outra lenda da empresa nascia. Em 22 de março de 1996, "Biohazard" foi lançado para PlayStation. A versão americana ganhou nome totalmente diferente e apareceu oito dias depois. "Resident Evil" popularizou o gênero horror de sobrevivência nos videogames e gerou inúmeros clones.

Em mais um momento de declínio dos arcades, os jogos de simulação de ski, snowboard e jet ski começam a ganhar popularidade.

O mercado de fliperamas, antes dominado por jogos de tiro e ação à la "Final Fight", estava saturado de jogos de luta. Além disso, a sofisticação dos arcades tornava a diversão cara e afastava o público. A pequena diferença de qualidade entre consoles e arcades é outro fator que leva as máquinas grandes ao declínio.

A Nintendo comemora um bilhão de cartuchos vendidos pelo mundo, enquanto as lojas jogam fora estoques de cartuchos 16 bits.

A Sega tem um belo prejuízo, pois alguns jogos não vendidos ficaram mofando em armazéns. E a Acclaim, ex-queridinha de Wall Street, também passa por maus momentos. Tal qual no crash do Atari 2600, em 1984, ninguém queria saber de jogo ruim.


A Atari e a JST se fundem e a produção do Jaguar é oficialmente interrompida - na verdade, o console e seus periféricos já não vinham sendo fabricados há meses e a empresa vivia de estoques.


O portátil de 32 bits da Nintendo é descoberto por revistas online. A empresa acaba admitindo a existência do projeto Atlantis, console com chip RISC desenvolvido por empresas japonesas e européias ligadas à Nintendo. Mas o esperado lançamento do Nintendo 64 faz com que todos se esqueçam do Atlantis.


Nolan Bushnell retorna à cena como presidente da Aristo Games, empresa que produz módulos de internet para bares e fliperamas.


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Nintendo 64 é lançado no Japão e, como o Sega Saturn, sofre com a falta de jogos

Finalmente, em junho, o Nintendo 64 é lançado no Japão. Muitas filas e tumultos eram esperados, mas a melhoria no sistema de distribuição permitiu que as pessoas comprassem o videogame até em lojas de conveniência. Os primeiros lotes do console logo foram vendidos, porém, pouco depois, as vendas caíram devido à falta de novos títulos. Só havia três jogos no mercado: "Super Mario 64", "Pilotwings 64" e "Saikyo Habu Shogi".


Os rumores se confirmavam: poucos jogos estavam sendo desenvolvidos e os lançamentos custavam a aparecer nas prateleiras.


Em setembro, o Nintendo 64 chega aos Estados Unidos por US$ 199. Mais de 1,7 milhões de unidades foram vendidas em três meses. Os desenvolvedores, que há pouco tempo se queixavam dos cartuchos, criam novos jogos graças ao bom desempenho do N64.


Na Shoshinkai, a Nintendo anuncia o 64DD, aparelho de disk drive que permite usar disquetes ao invés de cartuchos, aumentando a capacidade de armazenamento. O Rumble Pak, dispositivo para fazer tremer o controle, também é anunciado.


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O talento de Naoto Oshima, criador de Sonic e de jogos como "Phantasy Star" e "Burning Rangers", não salvou "NiGHTS" das baixas vendas. Na época do lançamento, Sega Saturn estava em baixa e os mascotes perdiam espaço para os jogos violentos



O jogo "Nights", criado pela equipe de Sonic para levantar o Saturn, não emplaca. Claris e Elliot são levados a um mundo de sonhos que logo se transforma em um mundo de pesadelos. Eles, com a ajuda de Nights, precisam evitar que o vilão da história impeça as pessoas de sonhar. Os gráficos, que no início do jogo eram bem coloridos, iam ficando sombrios conforme os pesadelos tomavam conta da história. Apesar do fracasso do jogo, o personagem Nights tinha carismático e ficou na memória daqueles que deram uma chance para o game.

O ano termina com uma nova vitoriosa no mundo dos games: a Sony. Perto do Natal, a empresa chega a faturar US$ 12 mi por dia.

Com o sucesso do PlayStation, inicia-se uma guerra de preço entre os consoles de 32 bits