1984
Game
over. 84 foi o ano negro da história do videogame. Num piscar de olhos,
o consumidor deixa de se interessar pelas máquinas de jogar. Por quê?
As vendas de consoles caem vertiginosamente. Afinal, por que gastar US$
150 num videogame nos Estados Unidos, se um computador custa US$ 200? O
computador também serve para atividades educacionais e muitas outras
coisas.
No final de 83, empresas não ligadas ao mundo dos jogos de videogame começam a entrar em contato com softhouses para criarem jogos promocionais. Literalmente, até barraca de cachorro-quente queria jogos que valorizassem a marca para usar como material de divulgação. Mas os games produzidos eram horríveis e o público, cansado desse joguinho de marketing, perde o interesse por jogos.
No final de 83, empresas não ligadas ao mundo dos jogos de videogame começam a entrar em contato com softhouses para criarem jogos promocionais. Literalmente, até barraca de cachorro-quente queria jogos que valorizassem a marca para usar como material de divulgação. Mas os games produzidos eram horríveis e o público, cansado desse joguinho de marketing, perde o interesse por jogos.
Esse era o panorama no ocidente. Enquanto isso, no outro lado do mundo, o
Nintendo Entertainment System, ou NES, começava a nascer. O Famicom,
nome oriental do console que transformaria a Nintendo numa gigante,
ganhava apoio das primeiras softhouses independentes que começaram a
criar games para a plataforma.
A primeira a entrar no barco foi a Hudson, que mais tarde viria a lançar clássicos como "Star Soldier", "Bomberman" e "Adventure Island". Mas os seus primeiros jogos, que vieram ao final de julho, eram "Nuts & Milk" e "Lode Runner". Ambos tinham funções para criar suas próprias fases e a gravação de dados era feita através de fitas cassete, usando o periférico Family Basic, que transformava o Famicom num computador.
Quem
conseguiu mais sucesso de cara foi a Namcot (atual Namco), trazendo
seus atuais clássicos de arcade para o videogame de 8 bits da Nintendo,
que incluia os jogos "Galaxian", "Pac-Man", "Mappy" e "Xevious".
A Nintendo também não ficou parada e lançou o também clássico "Excite Bike", outro que permitia editar fases e gravá-los em fita cassete.
O sucesso do Famicom no Japão faria com que os videogames voltassem com força ao ocidente em 1986, poucos meses após o lançamento do NES (Nintendo Entertainment System), que aconteceu em outubro de 1985.
"E pensar que a Nintendo procurou a Atari para fazer marketing do seu produto nos Estados Unidos!!!".
Veja Mais
http://www.carlissongaldino.com.br/post/hist%C3%B3ria-dos-games-nintendo
A primeira a entrar no barco foi a Hudson, que mais tarde viria a lançar clássicos como "Star Soldier", "Bomberman" e "Adventure Island". Mas os seus primeiros jogos, que vieram ao final de julho, eram "Nuts & Milk" e "Lode Runner". Ambos tinham funções para criar suas próprias fases e a gravação de dados era feita através de fitas cassete, usando o periférico Family Basic, que transformava o Famicom num computador.
A Nintendo também não ficou parada e lançou o também clássico "Excite Bike", outro que permitia editar fases e gravá-los em fita cassete.
O sucesso do Famicom no Japão faria com que os videogames voltassem com força ao ocidente em 1986, poucos meses após o lançamento do NES (Nintendo Entertainment System), que aconteceu em outubro de 1985.
"E pensar que a Nintendo procurou a Atari para fazer marketing do seu produto nos Estados Unidos!!!".
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